De Vez
A VOZ · A PALAVRA · O REENCONTRO
O regresso a um lugar que só agora existe.
«Mãe, e quando vocês voltam mesmo… de vez?»
Uma pergunta de infância que atravessou o tempo e encontrou, finalmente, o seu lugar na música.
DE VEZ não é um regresso às origens, mas o reencontro que só se torna possível depois de uma profunda travessia interior. Quando as feridas dão lugar à serenidade e da ausência resta apenas a saudade, André ViaMonte encontra o momento de regressar à sua voz em português.
Neste novo capítulo, reúne a sua família artística numa obra inteiramente construída em duetos, onde cada encontro simboliza o acolhimento, a reconciliação e a celebração de uma identidade reencontrada.
Porque há regressos que não nos levam ao passado. Trazem-nos, finalmente, ao presente.
Músicas & Letras
Cada canção de DE VEZ nasce de uma história e encontra uma nova dimensão através da voz de outro artista. O álbum percorre diferentes paisagens emocionais, explorando os vínculos que construímos, as memórias que permanecem e a capacidade humana de transformar a experiência em música.
Cada ilustração guarda uma memória, cada memória conta uma história
Cada ilustração guarda uma memória, cada memória conta uma história
Símbolos da infância que ganham novos significados através da música.
A dimensão visual de DE VEZ nasce da relação entre memória, identidade e emoção. Tal como cada canção resulta do encontro entre duas vozes, as ilustrações procuram aproximar os universos pessoais dos artistas, recuperando objetos, símbolos e recordações que marcaram as suas infâncias.
Dos rebuçados da Régua aos gelados Perna de Pau, dos animais de estimação aos símbolos ligados à terra e às raízes familiares, elementos aparentemente simples transformam-se em metáforas visuais sobre o amor, a ausência, a liberdade e a passagem do tempo.
Este universo gráfico ganha forma através das ilustrações de Nicolae Negură, em colaboração com o design de Nuno Henriques. Mais do que acompanhar as canções, as imagens prolongam as suas narrativas, criando uma ligação entre aquilo que se escuta, aquilo que se recorda e aquilo que cada pessoa reconhece na sua própria história.