Cada projeto pede uma forma diferente de existir ao vivo
De VIA ao Vivo à dimensão expansiva de MONTE, da síntese de VIAMONTE ao encontro entre histórias e canções de DE VEZ, da arquitetura emocional de ORENDA à proximidade de Marias e Manéis, cada proposta parte de uma identidade artística própria e pode ser pensada de acordo com o espaço, o público e o contexto da programação.
Essa diversidade permite pensar cada apresentação de acordo com aquilo que a obra pede, em vez de adaptar todos os projetos ao mesmo formato de concerto.
Há propostas concebidas para teatros e auditórios, outras para museus e fundações, outras ainda para grupos específicos, instituições ou contextos onde a proximidade humana é tão importante como o repertório.
GRAVAÇÃO · PRESENÇA · EXPERIÊNCIA
Da obra ao palco
Um álbum fixa uma determinada forma de uma obra no tempo. Quando chega ao palco, essa relação volta a abrir-se. A música ganha espaço, luz, silêncio, proximidade e uma nova relação com quem a escuta.
É por isso que diferentes projetos de André ViaMonte podem originar experiências distintas. Do território mais íntimo e sensorial a uma dimensão sonora e coletiva mais ampla; da lógica convencional de concertos a formatos ligados à performance e à instalação de arte sonora; da linguagem mundial à criação em português para transportarmos ao mais genuíno sentimento de saudade.
As experiências ao vivo não funcionam, assim, como simples reprodução da discografia. São outra forma de a obra continuar a existir e coexistir.
Via ao Vivo
Uma travessia acústica, íntima e sensorial.
Um percurso emocional pela perda, ausência, dor, esperança, memória e transformação.
Monte ao Vivo
Consciência, palavra e expansão sonora.
Uma experiência mais coletiva, onde instrumentos acústicos, eletrónica e reconstrução criam reflexão e presença.
ViaMonte
Do íntimo ao coletivo, numa só experiência.
Um formato híbrido que une o mergulho interior de VIA à expansão consciente de MONTE.
Orenda
Arte sonora, emoção e participação coletiva.
Um universo, com dois formatos principais: uma experiência ao vivo, participativa e sensorial, e arte sonora criada para eventos.
De Vez
Canções construídas em relação.
DE VEZ reúne canções que nasceram do encontro de André ViaMonte com outros artistas e de histórias ligadas à casa, pertença, infância, ausência, raízes e recomeço
Marias Manéis
Uma canção pode guardar uma vida inteira.
Criada especialmente para a população sénior, Marias e Manéis é uma experiência musical intimista onde André ViaMonte aproxima voz, piano, repertório e histórias de vida.
PROGRAMAÇÃO · ESPAÇO · PÚBLICO
Cada contexto pede uma proposta diferente
Nem todas as experiências necessitam da mesma escala, formação artística ou estrutura técnica. Um teatro pode procurar uma narrativa completa de palco; uma fundação pode querer aproximar música e pensamento; um museu pode receber uma instalação; um município pode programar uma experiência dirigida à população sénior.
TEATROS, AUDITÓRIOS E FESTIVAIS
- VIA ao Vivo
- MONTE ao Vivo
- VIAMONTE
- DE VEZ ao Vivo
MUSEUS, FUNDAÇÕES E ARTE CONTEMPORÂNEA
- ORENDA ao Vivo
- Instalação de Arte Sonora
UNIVERSIDADES, CONGRESSOS E INSTITUIÇÕES
- ORENDA ao Vivo
- VIAMONTE
- Formatos adaptados
PROGRAMAS SOCIAIS, MUNICIPAIS E SÉNIOR
- Marias e Manéis
Uma voz formada entre arte e escuta humana
Quem é André ViaMonte
Nascido em Zurique e criado no sul da Alemanha, André ViaMonte cresceu entre referências musicais muito distintas, da música clássica ao fado, do folclore português à ópera, do jazz às vozes de outras culturas.
Essa escuta plural tornou-se uma linguagem própria. A voz passou a ser mais do que instrumento, tornou-se lugar de identidade, composição, interpretação e presença.
Com formação em musicoterapia, André ViaMonte encontrou na voz o seu principal instrumento de relação e expressão. A experiência em contextos de grande vulnerabilidade, nomeadamente em cuidados paliativos e processos de fim de vida, transformou profundamente a sua forma de cantar e de compreender a voz. Mais do que a extensão, a técnica ou a potência vocal, passou a interessar-lhe a capacidade de chegar emocionalmente ao outro. A voz tornou-se, assim, um lugar de presença, escuta e encontro, cruzando a criação artística com uma atenção sensível à pessoa por detrás de cada