VIA ao Vivo
VIA · AO VIVO · 10 ANOS
Uma viagem musical pelos estados de uma vida
VIA leva ao palco o universo do primeiro álbum de André ViaMonte, construído como um percurso pelas emoções e transformações que acompanham uma existência. As canções ganham outra dimensão quando encontram a palavra, os músicos, o espaço e o público, num concerto onde cada tema conserva a sua história, mas se abre também à experiência de quem o escuta.
UMA OBRA QUE NASCEU PARA SER PARTILHADA
Quando VIA encontra o público
VIA foi apresentado ao vivo pela primeira vez em maio de 2016, no Teatro Ibérico, em Lisboa, numa sala cheia. O que aconteceu nessa noite ajudou também a definir a relação da obra com o palco: as músicas deixaram de pertencer apenas às histórias que lhes tinham dado origem e começaram a encontrar-se com as experiências de quem estava na plateia.
André ViaMonte recordaria mais tarde esse concerto pela intensidade da partilha entre palco e público e pela forma como temas relacionados com perda, fragilidade, memória ou reconstrução encontravam eco em histórias pessoais completamente diferentes das suas. VIA revelou desde cedo que podia ser mais do que a interpretação ao vivo de um disco: podia criar um lugar comum entre aquilo que é cantado e aquilo que cada pessoa traz consigo.
UM CONCERTO COM PERCURSO
VIA passou por salas, cidades e formas diferentes de escuta.
Nos anos que se seguiram ao lançamento, VIA construiu o seu próprio percurso em palco. Passou pelo Palácio de Utrectht, Amsterdão, Lisboa, Cascais, Centro Cultural Raiano, Duetos da Sé, Auditório Lopes-Graça e chegou à Sé de Idanha-a-Velha, integrado na programação das Aldeias Históricas. Em Cascais houve apresentações esgotadas; em 2019, já na transição para MONTE, VIA chegou pela primeira vez ao Porto, ao Hot Five Jazz & Blues Club, perante plateia e mezzanine esgotadas.
Esse percurso mostrou também que a obra não dependia de um único tipo de sala. VIA conseguiu existir num centro cultural, numa sala alternativa, num clube, num auditório e dentro da arquitetura e acústica particulares de uma antiga Sé. A identidade do concerto permanecia, mas a relação com o espaço transformava a experiência.
A experiência VIA
Música, palavra e proximidade.
VIA ao Vivo percorre os diferentes estados emocionais presentes no álbum através de uma linguagem próxima e orgânica. Voz, piano, cordas, contrabaixo e percussão podem assumir diferentes configurações consoante o espaço, permitindo que o espetáculo exista tanto num formato mais intimista como numa formação de maior amplitude.
A narrativa mantém-se no centro. Cada música ocupa um lugar dentro da travessia e a palavra estabelece a ponte entre aquilo que esteve na origem da canção e aquilo que acontece naquele momento, diante do público.
Ao longo do seu percurso, VIA mostrou também capacidade para habitar contextos muito distintos, de teatros e auditórios a centros culturais, espaços patrimoniais e ciclos de música. O formato, duração e formação artística podem ser definidos em função das características de cada programação, preservando sempre a identidade da obra e a relação de proximidade com o público.
VIA Essencial: Formação reduzida, pensada para espaços de maior proximidade.
VIA Ensemble: Formação alargada com piano, cordas, contrabaixo e percussão.