Monte ao Vivo

MONTE · AO VIVO · VOZ · CONSCIÊNCIA

A obra ganha escala quando encontra o mundo.

MONTE leva ao palco o segundo álbum de André ViaMonte, uma obra construída entre emoção e pensamento, matéria acústica e eletrónica, memória individual e consciência coletiva. Em concerto, as canções ganham corpo através da voz, dos instrumentos e da palavra, atravessando temas como identidade, liberdade, conflito, igualdade, conhecimento e legado.

CAPITÓLIO · LISBOA · 2019

Uma obra construída entre diferentes vozes

MONTE foi apresentado ao vivo no Capitólio, em Lisboa, a 26 de outubro de 2019, no dia seguinte ao lançamento do álbum. A sala esgotada recebeu um espetáculo que levou para o palco uma das características centrais da obra: o encontro entre diferentes linguagens, gerações e formas de expressão.
André ViaMonte partilhou o concerto com vários dos convidados que participavam no disco. Eunice Muñoz entrou em Mnemosine, Beatriz Nunes em Gentle Dawn I, B-Leza em Deadfall e Ashwinder Nippy em Flammarion. O momento com Eunice Muñoz tornou-se particularmente marcante numa noite em que a reação do público oscilou entre entusiasmo, silêncio e emoção visível.
Mais do que apresentar um novo alinhamento, aquele concerto mostrou que MONTE podia transformar a diversidade do álbum numa linguagem comum em palco.

UM CONCERTO EM DIFERENTES ESCALAS

Do Capitólio a outros lugares de escuta

Depois da estreia em Lisboa, MONTE continuou a ser apresentado noutros contextos. Em janeiro de 2020 chegou ao Cine-Teatro Paraíso, em Tomar, num concerto de cerca de 80 minutos que retomava a relação entre VIA e MONTE como duas partes complementares do mesmo percurso: o lado mais intuitivo e orgânico de VIA encontra em MONTE uma linguagem mais consciente, urbana e marcada pelo encontro entre instrumentos eruditos e eletrónica.
Com o tempo, o repertório de MONTE mostrou também capacidade para existir em formações mais depuradas. Em 2023, temas do álbum continuavam a chegar ao palco em contextos como o Novo Ático do Coliseu Porto Ageas, e o repertório de André foi sendo apresentado com diferentes combinações de piano e cordas.
Essa flexibilidade permite hoje pensar MONTE ao Vivo em diferentes escalas sem perder a sua identidade. A força do espetáculo está na relação entre a voz, a palavra, os arranjos e a tensão entre intimidade e expansão.

UMA OBRA QUE NÃO FICOU EM 2019

Algumas perguntas continuam atuais

A passagem do tempo não encerrou MONTE. Pelo contrário, várias das músicas voltaram a ganhar significado à medida que acontecimentos posteriores devolveram atualidade aos temas do álbum.

Deadfall regressou em 2022 como uma posição contra a guerra, no contexto da invasão da Ucrânia. Gentle Dawn I voltou em 2023 associado à memória do 25 de Abril e à necessidade de criar pontes entre gerações. Leda Madrugada II, inspirada em Camões, recuperou no mesmo ano questões de mudança, identidade e passagem do tempo.

Essa capacidade de regressar ao presente é talvez uma das razões mais fortes para MONTE continuar a existir em palco. As músicas foram escritas num determinado momento, mas muitas das perguntas que colocam permanecem abertas.

Ver, ouvir e atravessar a obra

Ver e Ouvir

A música de André ViaMonte está disponível em plataformas digitais, vídeos oficiais, atuações ao vivo e registos de projetos especiais.

Cada escuta é uma entrada possível no seu universo artístico.

Spotify

Álbuns, singles, colaborações e discografia.

Youtube

Videoclipes, registos ao vivo, entrevistas e conteúdos audiovisuais.

Discografia

VIA, MONTE, De Vez Em Vez, ORENDA, singles, colaborações e versões.

Últimas Novidades

Novo vídeo, single ou projeto em evidência.

GRAVAÇÃO · PRESENÇA · EXPERIÊNCIA

Da obra ao palco

Um álbum fixa uma determinada forma de uma obra no tempo. Quando chega ao palco, essa relação volta a abrir-se. A música ganha espaço, luz, silêncio, proximidade e uma nova relação com quem a escuta.

É por isso que diferentes projetos de André ViaMonte podem originar experiências distintas. Do território mais íntimo e sensorial a uma dimensão sonora e coletiva mais ampla; da lógica convencional de concertos a formatos ligados à performance e à instalação de arte sonora; da linguagem mundial à criação em português para transportarmos ao mais genuíno sentimento de saudade.

As experiências ao vivo não funcionam, assim, como simples reprodução da discografia. São outra forma de a obra continuar a existir e coexistir.

concerto cascais

Via ao Vivo

Uma travessia acústica, íntima e sensorial.
Um percurso emocional pela perda, ausência, dor, esperança, memória e transformação.

monte - Cópia

Monte ao Vivo

Consciência, palavra e expansão sonora.
Uma experiência mais coletiva, onde instrumentos acústicos, eletrónica e reconstrução criam reflexão e presença.

Cartaz

ViaMonte

Do íntimo ao coletivo, numa só experiência.
Um formato híbrido que une o mergulho interior de VIA à expansão consciente de MONTE.

Centro Cultural de Cascais

Orenda

Arte sonora, emoção e participação coletiva.
Um universo, com dois formatos principais: uma experiência ao vivo, participativa e sensorial, e arte sonora criada para eventos.

Cá-Por-Casa-Com-Herman-José-Episódio-1-de-15-jan-2025-RTP-Play-01-17-2025_03_01_PM

De Vez

Canções construídas em relação.

DE VEZ reúne canções que nasceram do encontro de André ViaMonte com outros artistas e de histórias ligadas à casa, pertença, infância, ausência, raízes e recomeço

Andre viamonte quem é

Marias Manéis

Uma canção pode guardar uma vida inteira.

Criada especialmente para a população sénior, Marias e Manéis é uma experiência musical intimista onde André ViaMonte aproxima voz, piano, repertório e histórias de vida.

PASSADO · PRESENTE · PRÓXIMO

Uma obra ainda em construção

Quando se observa o percurso em conjunto, é possível reconhecer relações entre os vários projetos, mas isso não significa que tenham sido criados para obedecer a uma trajetória previamente definida. A criação também é feita de desvios, reencontros, perguntas que permanecem anos sem resposta e ideias que só mais tarde encontram o lugar onde conseguem existir.

A música de André ViaMonte pode permanecer numa gravação, transformar-se em concerto, ocupar um espaço cultural, encontrar outra voz ou dar origem a uma experiência criada para um contexto específico. A obra é o ponto de partida para todas essas possibilidades.